Arquivo para fevereiro, 2009

Festa com nova data e local!

Posted in Uncategorized on fevereiro 23, 2009 by fuzzbob60

flyer-modificado-copy

Olá, venho aqui pra falar sobre as ultimas da festa, que agora tem local e data nova, mas calma, não adiamos, é um dia antes da data que está no outro fly (no primeiro post).
Ja neste fly, estão todas alterações, no caso a festa agora acontecerá dia 06 de março no Amnesia, e o ingresso fica valendo por 5 gomas de mascar.
Os Djs são os mesmos, 4 residentes e o convidado Gori Martinez, amigo e dj residente da This is Radio Trash!
Creio que o resto da gurizada ainda passe por aqui pra postar algum disco legal, ou mesmo, pra deixar novas noticias… Vamos gravar por esses dias o podcast e daqui pra frente é só o esquenta pra festa.
Obrigado a todos, comentem e nos ajudem com a divulgação!

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A Cultura Mod

Posted in Artigos on fevereiro 5, 2009 by 60tismo
O simbolo do movimento mod, inspirado no simbolo da Força Aérea Britânica.

O símbolo do movimento mod, inspirado no símbolo da Força Aérea Britânica.

Mod (abreviação de Modernismo) é uma subcultura que teve origem em Londres no final da década de 50 e alcançou seu auge nos primeiros anos da década de 60.

A subcultura mod teve início com algumas turmas de garotos adolescentes com conexões familiares com o comércio de tecidos em Londres em 1958. Esses primeiros mods eram geralmente de classe média, obcecados com tendências da moda e estilos musicais, como ternos italianos bem justos, jazz moderno e rhythm and blues. Sua vida social urbana era impulsionada, em parte, por anfetaminas. É crença popular que os mods e seus rivais, os rockers, foram uma evolução dos Teddy boys, uma subcultura da Inglaterra da década de 50. Os Teddy boys eram influenciados pelo rock ‘n’ roll norte-americano, usavam trajes Edwardianos e penteados pomposos. No entanto, não existe um contínuo histórico consistente entre os Teddy Boys e os Mods, cujas origens se encontram fora do espectro do rock and roll.

Enquanto o estilo de vida se desenvolvia e era adotado por adolescentes ingleses de todas as classes econômicas, os mods expandiram seus gostos musicais para além do jazz e do R&B, abraçando também o soul (particularmente da Motown), o ska jamaicano e o bluebeat (versão inglesa do ritmo jamaicano). Eles também deixaram sua marca no desenvolvimento da beat music e do R&B britânicos, exemplificados em bandas como Small Faces, The Who e The Yardbirds. Entre as bandas britânicas menos conhecidas associadas ao cenário mod, estão The Action, The Creation e John’s Children.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mod

The Staggers

Posted in Downloads with tags on fevereiro 5, 2009 by jeftdias

staggers1

Nesse fim de semana, tava junto com o meu irmão vendo uns vídeos do Fuzztones no Youtube e nos deparamos com uma banda austríaca chamada The Staggers, que se auto-define 60’s-Garage-Thrash-Rock’n’Roll-Band. E esse bando de tags são bem visíveis, ou melhor, audíveis neste disco. O som dessa banda é uma boa amostra do que vai rolar na festa que está por vir.

No Myspace da banda tem umas musicas que não estão neste album, então deve haver outro álbum. Se alguém tem ou sabe onde baixar, disponibilize pra gente pelos comentários mesmo.

Site Oficial da banda: www.thestaggers.at/

Myspace: www.myspace.com/staggers

DOWNLOAD

Arquivo .rar

Tamanho: 67 mb

Taxa de Bits: 256 kbps

01. The Jaguar

02. Be My Queen

03. Little Boy Blue

04. Eagles Surf

05. Little Girl

06. Out Of My Mind

07. Do The Ripper

08. Come On!!!

09. Black Hearse Caddilac

10. Let’s Stomp!

11. Without You

12. Wild Teens

13. I Am The Wolfman

Um Pouco Sobre o Garage Rock

Posted in Artigos on fevereiro 5, 2009 by gersonjuniorrr

nuggets1doosGarage Rock

Roy Shuker

Bandas de garagem; garage rock: No final da década de 1960, as bandas de garagem (assim chamadas porque seus integrantes tocavam em garagens ou porões) eram particularmente proeminentes nos Estados Unidos. Essas bandas responderam à invasão britânica do mercado norte-americano. Tocando um rock básico, com grande entusiasmo, muitos desses grupos produziram em sua carreira apenas um sucesso, com alguns deles transformados em clássicos. Entre as bandas de maior longevidade estão The Standells, The Eletric Prunes e The Count Five. Entre as canções regravadas destacam-se “Gloria” (originalmente, integrava o lado B de um single do grupo britânico Them, gravado em 1966), “Hei Joe” (The Leaves) e “Louie, Louie” (Kingsmen). No Reino Unido, o estilo garage foi melhor representado pelo Troggs (“Wild Thing”, 1966), um grupo protopunk comercialmente bem-sucedido.

Em 1972, uma compilação das gravações de bandas de garagem (Nuggets) reunidas por Lenny Kaye renovou o interesse por esse tipo de obra, produzindo uma grande quantidade de relançamentos (Nuggets, vols. 1-12, Rhino; e Pebbles, vols. 1-10, AIP). No texto de Kaye, o gênero recebeu a denominação de “punk rock“, um reconhecimento prévio da influência posterior do estilo garagem sobre o punk rock pós-1977.

No final da década de 1970 e início da de 1980, o advento do punk provocou um renascimento do interesse pelas bandas de garagem, cujo o som não é significativamente diferente. Recentemente, o termo “garage dance” aplicou-se a uma forma de dance music de New Jersey (o clube Paradise Garage) e Nova Iorque, que também se desenvolvel no Reino Unido.

Entre as características da música garage rock estão “o desvio capaz de chocar, o excesso de gritos estridentes e zombarias e as guitarras ruidosas, quase sempre dotadas de um timbre encrespado” (Erlewine et alii: 1995). O gênero era constituído em grande parte pelos moradores brancos e adolescentes dos subúrbios. Surgiu pela primeira vez por volta de 1965, sobretudo em pequenas gravadoras locais e ligadas a fortes cenários regionais (especialmente Texas e Califórnia), cada um com um estilo distinto.

Em 1967 e 1968, o gênero sofreu um declínio, já que os membros das bandas sofriam as consequências do recrutamento para a Guerra do Vietnã, da necessidade de frequentar a faculdade e também da falta de sucesso comercial. As bandas de garagem sobreviventes tenderam para um som mais progressivo e psicodélico (por exemplo, The Eletric Prunes, The Blues Magoos e The Chocolate Watch Band).

O gênero e seus grupos são estranhamente negligenciados em diversas histórias do rock norte-americano (Friedlander: 1996; Garofalo; 1997), ainda assim possuindo uma legião de adeptos, com fanzines e sites na Internet.

Texto retirado do blog do amigo Raphael lá de Fortaleza (http://guerradestilos.blogspot.com/)